1978 – Produção de castanha

Técnicos do Centro de Pesquisa Agropecuária da Embrapa estimavam a existência de 260 mil hectares de castanhais nativos na região do Tocantins, no Pará, tendo como centro o município de Marabá, dos quais 201 mil hectares estavam sendo explorados. Cinco anos depois a área em produção foi reduzida em 11% e a extração de castanha-do-pará cedeu lugar a novas atividades mais intensivas no uso da terra, como a pecuária de corte e a extração de madeira.

A produção de castanha caiu, nesse período, de 0,47 para 0,23 hectolitros por hectare, não só como consequência direta do desmatamento, mas também por problemas ecológicos. As queimadas, com sua fumaça, afastavam os insetos responsáveis pela polinização das castanheiras, entre os quais a mamangava, conforme verificaram os pesquisadores da CPATU Paulo Kitamura e Carlos Hans Muller. (Jornal do Brasil)

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