1978 – Proteção ao açaí

Em setembro, o presidente Ernesto Geisel sancionou a lei 6.576, de proteção aos açaizeiros. Ela estabeleceu que nos projetos de reflorestamento implantados em regiões nas quais a palmeira é nativa e seu fruto utilizado como alimento, passaria a ser obrigatório o plantio de uma porcentagem de açaizeiros, a ser fixada, em cada caso, pelo Instituto Brasileiro do Desenvolvimento Florestal. Quando a lei não fosse cumprida, o infrator ficaria sujeito ao pagamento de um salário mínimo regional por palmeira abatida, sem prejuízo da apreensão do produto.

O palmito de açaí havia se tornado um dos principais produtos da pauta de exportação do Pará. As zonas paraenses mais atingidas pela devastação da palmeira compreendiam os municípios de Acará, Barcarena, Cametá, Nova Timboteua e Santarém Novo. (O Estado do Pará)

Um comentário sobre “1978 – Proteção ao açaí

  1. Essa febre de palmito alcançou, inclusive, o comércio de meus familiares. Meu avô, juntamente com meu pai e meus tios, construiram uma fábrica de palmito. Lembro das embalagens e dos rótulos nos potes. O movimento era intenso na fábrica, onde também era comercializado o palmito. Não lembro se havia essa consciência ambiental, mas sei que o açaí era a base da alimentação de todos os moradores da região.

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