Posseiro morto em Paragominas

No início de agosto de 1985 o lavrador Ariston Alves dos Santos, de 42 anos, foi assassinado com seis tiros em frente à sua casa, na periferia de Paragominas, no Pará. Seu nome constaria de uma lista de 27 pessoas marcadas para morrer. Ariston era posseiro da fazenda Meinara Agropecuária, na área da estrada Belém-Brasília.

Com base nessa situação, o advogado João Batista acusou o proprietário da fazenda, Henrique Meinberg, como possível mandante do crime. Batista disse que a ação teria sido organizada por um Comando Democrático Cristão, do qual também faria parte o fazendeiro Joaquim Fonseca.

Os assassinos de Ariston seriam os mesmos três homens que, dois dias antes, feriram a bala um vizinho, Raimundo. Antes, Batista também havia sofrido um atentado a bala, saindo feridos ele e o pai, Nestor Antônio Batista.

(O Liberal, Belém/PA, 05/08/1985)