A Survival e a castanha do Acre

A Cultural Survival, sociedade sem fins lucrativos abrigada na Universidade de Cambridge, em Massachusetts, nos Estados Unidos, é uma das entidades mais ativas na proteção de culturas indígenas e das florestas. Graças à interferência da Survival, 15 empresas nos Estados Unidos, Canadá e Inglaterra passaram a encomendar, a partir da década de 80, quantidades inéditas de nozes, frutas, essências, resinas, óleos, temperos e farinhas da Amazônia.

A Survival financiaria a construção de uma usina de processamento de castanhas em Rio Branco, no Acre, no valor de 25 mil dólares, operada e dirigida pela cooperativa dos seringueiros de Xapuri, com desenho da Fundação de Tecnologia do Acre.

(Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, RJ, 27/08/1989)