Zoneamento do Pará

Em julho de 1992 o governador do Pará, Jader Barbalho, e o secretário de assuntos estratégicos, Eliezer Baptista, assinaram em Brasília, diante do presidente Fernando Collor de Mello, um convênio no valor de 27 milhões de dólares para fazer o zoneamento ecológico-econômico do Pará, o primeiro Estado da Amazônia que iria dispor desse instrumento.

O governo federal, através da SAE, entraria com o equivalente a US$ 21 milhões, ficando o governo paraense de alocar US$ 6 milhões. Na assinatura do convênio, o governo federal liberou 2,6 bilhões de cruzeiros (valor da época).

O zoneamento deveria estar concluído no prazo de quatro anos. O Idesp, encarregado da execução do trabalho, selecionou uma área inicial de 463 mil quilômetros quadrados, equivalentes a 38% do território paraense. As áreas escolhidas foram: Marajó, Baixo Amazonas, Xingu, Carajás, Rio Pará-Tocantins, Tapajós-Jamanxim, Nordeste e Sul do Pará.

(Diário do Pará, Belém/PA, 22/07/1992)