A devastação em Rondônia

Em 1975, Rondônia tinha apenas 100 mil habitantes e a alteração da cobertura vegetal atingira apenas 110 mil hectares, ou 0,5% da superfície do então território federal.

Em 1990 sua população passou de dois milhões de habitantes. O desmatamento já alcançara então mais de 6 milhões de hectares, ou 2% do Estado.

Preocupado com essa situação, o governo local criou, em 1986, o Instituto Estadual de Florestas de Rondônia. Sua principal tarefa seria executar o Plano Agropecuário e Florestal de Rondônia (Planafloro), que zoneou o Estado e o dividiu em seis áreas: três para produção agrícola e pecuária e três para extrativismo, manejo e reservas ambientais e indígenas.

(O Liberal, Belém/PA, 25/02/1990)