Projetos minerais

Em 1968, o DNPM (Departamento Nacional da Produção Mineral) anunciou que iria executar seis projetos de pesquisa mineral na Amazônia. Seriam: 1) Projeto Grão-Pará, objetivando a busca de materiais de construção nas imediações de Belém. 2) Projeto Cobre, a ser executado no município de São Félix do Xingu, no Pará; nessa área havia a possibilidade de mineralização de cobre e chumbo. 3) Projeto Xingu, numa área de 50 mil quilômetros quadrados, abrangendo a bacia do rio Fresco, afluente do Xingu, onde se acreditava na mineralização de sulfetos, especialmente cobre. 4) Projeto Trombetas-Maecuru, em áreas de quatro municípios da margem esquerda do rio Amazonas, no Pará (Óbidos, Alenquer, Oriximiná e Monte Alegre), para estudar as ocorrências de galena, barita, prata, cristal de rocha, ouro e argilas, mas também a possibilidade de existir áreas sulfetadas. 5) Projeto Baixo Rio Negro-Jatapu, para a verificação da presença de cromita, talco, rutilo, ilmenita, ouro, grafita, cinábrio, ferro e manganês nas bacias dos rios Preto, da Erva, Uatumã, Jatapu e Urubu, todos na margem esquerda do rio Amazonas, no Estado do Amazonas. 6) Projeto Tapajós, numa área de 40 mil quilômetros quadrados, na drenagem dos rios Tapajós e Jamanxim, no Pará, tendo ouro e cassiterita como objetivos principais.

Fonte: Folha do Norte (Belém/PA), 30/08/1968