O DDT e a malária

Em 1990, o governo brasileiro conseguiu financiamento do Banco Mundial para a aquisição de três mil toneladas de DDT, que seriam aplicados na Amazônia durante cinco anos para combater a malária. O World Watch Institute, um grande grupo ambientalista sediado em Washington, nos Estados Unidos, criticou a iniciativa. Lembrou que o DDT já fora banido em 40 países. Embora tendo uma ação rápida, o produto provocava efeitos mortíferos sobre pássaros e peixes. Além disso, a malária acabava retornando às mesmas áreas.

Fonte: O Globo (Rio de Janeiro/RJ), 30/06/1990