Polos na fronteira

Em julho de 1968, o Grupo de Trabalho para a Integração da Amazônia (GTINAM) entregou ao ministro do Interior, general Albuquerque Lima, seu relatório de trabalho. A principal proposta era a divisão da Amazônia em sete polos de desenvolvimento na faixa de fronteiras, obedecendo a critérios de prioridade, dentro da política de integração socioeconômica da região definida pelo ministério.

Os polos seriam estabelecidos em Guajará-Mirim, Rondônia, na fronteira com a Bolívia; em Brasiléia, Acre, também fazendo fronteira com a Bolívia; em Cruzeiro do Sul, no Acre, fronteira com o Peru; em Benjamin Constant, Amazonas, na divisa com o Peru; em Tabatinga, no Amazonas, fronteiriça com a Colômbia; em Cucuí, ainda no Amazonas, mas já na fronteira com a Venezuela; e em seguimento da BR-401, em Roraima, a partir da cidade de Boa Vista, convergindo para a então Guiana inglesa.

Fonte: Correio da Manhã (Rio de Janeiro/RJ), 07/07/1968