A busca pelo carvão

Em 1968, o Idesp (Instituto do Desenvolvimento Econômico Social do Pará), órgão do governo estadual (já extinto), assinou um convênio com a Comissão do Plano do Carvão Nacional. A Cepican repassou ao instituto 70 mil cruzeiros novos (valor da época) para o prosseguimento das pesquisas carboníferas que vinha realizando no vale do rio Fresco, no sul do Estado.

Os trabalhos começariam em agosto daquele mesmo ano e se prolongariam ao longo do primeiro semestre de 1969. O material coletado em campo seria analisado em laboratórios do sul do país, por impossibilidade de realizar esse serviço no próprio Pará. Um geólogo da Cepican acompanharia os trabalhos dos geólogos paraenses.

Fonte: Folha do Norte (Belém/PA), 18/08/1968