Celulose da Vale no Maranhão

A Companhia Vale do Rio Doce decidiu iniciar, em 1992, a implantação do projeto da Celmar (Celulose do Maranhão S/A), em Imperatriz, ficando com 30% do capital, enquanto a empresa japonesa Nisso Iwai teria 15%. Os 55% restantes seriam distribuídos entre a Cia. de Papéis Simão e a Ripasa.

Começando no mesmo ano, o projeto de reflorestamento – desenvolvido em áreas degradadas – consumiria 200 milhões de dólares até 1998, quando já haveria madeira para ser usada.

Somente a partir de 1999 os sócios começariam a desembolsar US$ 500 milhões para iniciar a fase II da Celmar, implantando em módulos a unidade de produção de 500 mil toneladas de celulose e uma futura fábrica de papel. Toda a produção seria destinada à exportação.

(Arquivo Pessoal, 1993)